novembro 02 2016 0Comentário

Gerenciamento de Projetos: contexto histórico do seu surgimento à atualidade

Sabemos que desde a antiguidade houve necessidade de se gerenciar projetos. Um exemplo do início do gerenciamento de grandes obras são as pirâmides do Egito e a execução de grandes aquedutos entre as cidades por volta de 3.500 anos atrás. Mas os dados mais claros a respeito do tema são durante o desenvolvimento do trabalho por volta de 1860, quando obras ganharam maior expansão nos países desenvolvidos e gerenciar projetos se tornou uma obrigatoriedade para alcançar resultados positivos.

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Nos Estados Unidos, um exemplo de grande projeto foi a ferrovia transcontinental. Paralelamente aos trabalhos feitos por governantes, os empresários também tiveram uma expansão de trabalho, influenciada principalmente pelo desenvolvimento industrial no período.

Frederick Taylor (1856-1915) foi um dos primeiros estudiosos a pensar na organização para desenvolver esses projetos. No começo, acreditava-se que aumentando as horas de trabalho e exigindo maior comprometimento pelos funcionários teria maior produtividade.

Taylor desmistificou a ideia de ter mais horas trabalhadas e focou no aperfeiçoamento de mão de obra, aproveitando o que cada área teria de melhor. Para ele, era preciso analisar cada área separadamente.

A evolução do gerenciamento

Posteriormente, Henry Gantt (1861-1919) considerado o pai do gerenciamento de projetos, deu sua contribuição para a disciplina como a conhecemos hoje. Ele trabalhou na construção do navio azul marinho, desenvolvido na Primeira Guerra Mundial e para que o trabalho fluísse bem, ele estruturou uma barra de tarefas e marcos com as durações, sequências,  e responsáveis pelas atividades do projeto. Ele foi o principal responsável para que projetos de engenharia ganhassem ferramentas de gestão como de gráficos PERT e o método CPM.

 

Foto Henry Gantt
Henry Gantt (1861-1919)

No século XX, a Segunda Guerra Mundial teve uma contribuição importante para a área de projetos, já que necessitava gastar menos tempo e ter maior produtividade em suas ações. Como exemplo desse período a construção da bomba atômica foi resultado do Projeto Manhattan, que envolveu mais de 100 mil pessoas em um projeto de pesquisa e desenvolvimento, que foi distribuído em treze locais diferentes e que em três anos apenas traria ao mundo um resultado que deixaria assustados até mesmo os envolvidos.

Com esse conhecimento, empresas se interessaram em usar o gerenciamento de projetos para ganhar maior produtividade. É preciso lembrar que durante essa época houve um aumento na escala de fabricação de bens de consumo, tendo uma necessidade maior de controlar a demanda.

Métodos de marketing, psicologia industrial e relações humanas foram somados ao controle de tarefas. Na década de 1960, o pesquisador o Harold Kerzn ficou conhecido por organizar o gerenciamento de projetos em uma forma de triângulo, com os fatores: tempo, escopo e custos.

Em 1969 foi criado o PMI (Project Management Institute) importante instituição para associação de profissionais da área do gerenciamento de projetos. Hoje conta com mais de 240.000 membros em mais de 160 países, e conduz pesquisas na área, fixa padrões profissionais, promovendo acesso a uma grande gama de informações e recursos. Está sediada em Atlanta, Geórgia, EUA. O grupo oficialmente incorporou a associação em Newtown Square, Pennsylvania, EUA.

E hoje?

Atualmente, o gerenciamento de projetos se modernizou e muitas empresas alcançam o sucesso através da utilização e implantação do conceito. Existem vários modelos disponíveis no mercado, o mais tradicional propõe um gerenciamento feito por profissionais habilitados e qualificados, reunindo toda a equipe assegurando a comunicação eficaz do projeto. Dessa forma, o trabalho se torna mais assertivo dentro da empresa.

Com o decorrer do tempo, algumas tendências modificaram o gerenciamento de projetos, duas delas merecem destaque. A primeira é o Planejamento Ascendente, mais indicado para projetos simples, por requerer a colaboração de mais membros da equipe.

A segunda delas é o Planejamento e revisão hierárquica, sendo usada para tomada de decisão empresarial sobre o uso de tecnologias e a expansão do portfólio de produtos ofertados.

Desde o começo, podemos notar o quanto o gerenciamento de projetos é importante dentro de grandes ações. A necessidade de tornar uma equipe mais eficiente foi uma das necessidades apontadas como surgimento desse instrumento empresarial.

 

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Dubai

Empresas que utilizam o gerenciamento de projetos ganham mais produtividade frente aos seus concorrentes que o que não são adeptos do mesmo. Com a tecnologia, formas personalizadas podem ser encontradas no mercado, ajudando a alcançar os planos estratégicos. A TecPlaner conta com várias dessas ferramentas de gestão citadas acima, contado também com um setor de desenvolvimento de ferramentas que visam facilitar a gestão dos negócios de nossos clientes.

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